segunda-feira, março 15, 2010

Lembranças.

Houve um tempo, no qual eu lidei com efêmeras. Nesta época eu sentia que tinha um motivo para escrever, e existia além dos olhos, além da rotina, além da razão complexa. As minhas palavras, talvez, eram mais atraentes que hoje, mais mistério.

Houve um tempo, no qual eu esperava uma estrela. Como qualquer estrela que se move, ela foi sumindo, não tão rápido é verdade. Primeiro sumiu em metade, a outra metade aos poucos. Mesmo assim eu continuei astrônomo, procurando o céu na esperança.

Houve um tempo, no qual eu sempre tinha um motivo para escrever. Hoje eu só escrevo pelo motivo de sempre.

7 Fragmento(s):

Raiça Bomfim disse...

e sempre e sempre e sempre e sempre...

Carla disse...

Saudade?

Rebeca Postigo disse...

Talvez um dia esse motivo mude...
E você se lembre desse tempo de outra maneira...

Bjs

Katita disse...

Sentir saudade é delicioso, apesar de doer. Lembranças coloridas costumam ser intensas.
Mas não se esqueça que além dos dias desbotados de todos os dias, existem os dias feitos de arco-iris. :)

Fabrício disse...

pare não... escrever me parece como esse céu de estrelas que você descreve... nessa busca eterna de sempre mais e mais estrelas...


abs;
Fabrício

Drieli disse...

Bem vind(a)!

Luízα disse...

Digo e repito: Os melhores versos nascem das maiores dores

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