segunda-feira, agosto 30, 2010

Planta Carnívora

Passeia tua mão
Por meu peito,
Insolente
Por julgar-me tolo
De cair em teus encantos

E ao cair de máscaras
Te revelo presa
E eu,
Predador que sou,
Devoro-te!
Até a alma.

9 Fragmento(s):

Dani disse...

É quando a presa se faz prisioneira. Esse jogo de amar é mesmo perigoso.

Parabéns, gostei muito desses versos carnívoros

Katita disse...

A maior tolice nesse caso seria não render-se aos encantos dessa fome que dilacera e prende.

cris belier disse...

Hummm...seria:" Quem ri por último ri melhor?"
Não!
Nesse jogo só quem ganha... é o amor!

Indy disse...

Intenso... O amor posto em forma de fome, e ao mesmo tempo de forma humilde...E ao mesmo tempo fera... Mas sobretudo, verdadeiro até nas entrelinhas!

Darlan Machado disse...

=D

Isa disse...

A sua simplicidade ao escrever é o que há de mais belo. Suas palavras têm tanto sentimento em suas formas puras de palavras.

Mulher na Polícia disse...

Eu não cantaria a vitória antes do tempo. Nesse jogo é difícil ter certeza de quem está de fato ganhando...

: )

Beijão!

Fabrício disse...

Chego, leio, gosto e me vou.

Adoro seu blog cara.

Inguid disse...

Que prisão maravlhosa é o amor...s2
;)

Postar um comentário

Fragmente-se e comente...

 

3/4 © 2008. Thanks to Blogger Templates | Design By: SkinCorner