segunda-feira, janeiro 27, 2014

Confissão

Não houve nem sequer um dia
No qual seu nome
Não fosse beleza

Não houve nem sequer uma manhã
Na qual meus olhos
Não sorrissem aos teus

Nem mesmo hoje,
Sob todas as regras,
Não há segredo algum
Que não possa ser revelado.

1 Fragmento(s):

Daisy-se disse...

Porque de segredos em segredos se constroem muros, mas a beleza dos nomes, das manhãs e dos olhos, desabam tudo!

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